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SUCESSO DO CEPAA DEPENDE DA COLABORAÇÃO DOS PESCADORES

Foi lançado esta sexta-feira, 30 de Setembro, em Maputo, o Censo da Pesca Artesanal e Aquacultura (CEPAA), a decorrer entre os dias 3 de Outubro e 12 de Novembro, em todas as províncias do país.
O Bairro da Costa do Sol, que acolheu as cerimónias centrais, com a presença de pescadores artesanais e aquacultores da cidade de Maputo, organizados pelos respectivos conselhos comunitários, viveu uma festa marcante, que incluiu uma peça teatral apresentada pelo grupo cultural da Escola de Pesca.
A Ministra do Mar, Águas Interiores e Pescas, que dirgiu o evento, destacou que o Censo tem como objectivo produzir estatísticas actualizadas sobre a estrutura da pesca artesanal e aquacultura e, consequentemente, garantir o ordenamento, a boa gestão e, sobretudo, o exército da pesca e aquacultura de forma sustentável.
Perante o Secretário de Estado na Cidade de Maputo, Vicente Joaquim, e a Presidente do Instituto Nacional de Estatística, Eliza Magaua, Lídia Cardoso disse que, considerando que o último Censo da Pesca Artesanal foi há 10 anos e o facto de o recenseamento da aquacultura ocorrer pela primeira vez, tornava-se premente actualizar e trazer dados mais fiáveis.
Deste modo, segundo ela, o Governo de Moçambique decidiu desencadear o Censo da Pesca Artesanal e Aquacultura, “um movimento estruturante e que se afigura fulcral para as estatísticas, não somente do Sector Mar, Águas Interiores e Pescas, como também de outras áreas ligadas ao processo de desenvolvimento económico e social do país, como, por exemplo, o Instituto Nacional de Estatística”.
De acordo com Lídia Cardoso, para o sucesso do CEPAA impõe-se, aos pescadores e aquacultores, o seu envolvimento massivo e participação espontânea, acorrendo aos respectivos CCP e a outros locais seleccionados para este exercício.
“Mas, para que o sucesso seja efectivo, dependerá, em grande escala, da contribuição, colaboração e empenho dos próprios pescadores artesanais e aquacultores. Dependerá, igualmente, da forma como estão organizados em CCP e do envolvimento das lideranças comunitárias”, concluiu a ministra.